Placas do Mercosul: mudanças e problemas

O Rio de Janeiro foi o primeiro estado do país a utilizar o modelo de placa do Mercosul no Brasil. Desde o dia 11 de agosto, os motoristas já podem fazer a troca. O novo padrão terá quatro letras e três números.

A iniciativa da troca é baseada em razões técnicas. Afinal, o atual sistema de três letras e quatro dígitos tem limitação de combinações. O novo padrão foi proposto em 2014 e implantado na Argentina e Uruguai em 2017.

No Brasil, diversas datas fora lançadas para iniciar a substituição das placas. Porém,  uma das razões dos adiamentos seria o alto custo, sem falar no cronograma original. Ele obrigava todos os 43 milhões de automóveis e veículos comerciais  e 13 milhões de motos em circulação a  substituição. Vale ressaltar que o valor de nova placa é o mesmo do modelo antigo (R$ 219,35).

Troca das placas

Os motoristas que desejarem fazer a troca voluntariamente oualgum serviço que envolvem novas placas já receberão o modelo Mercosul. As operações são: emplacamento de carros zero-quilômetro, transferências de propriedade, de jurisdição e de município e alteração de categoria.

De acordo com o Detran-RJ, a placa do Mercosul vai garantir mais segurança para a população. O modelo terá um QR Code que identificará os dados de confecção, desde a identificação do fornecedor até o número, data e ano e modelo de fabricação.

Problemas

Proprietários de veículos no Rio de Janeiro que fizeram o emplacamento com as novas placas do Mercosul enfrentaram alguns problemas junto ao Detran. Segundo o órgão, o sistema ainda não conseguia reconhecer as placas e, alguns motoristas não conseguiram retirar o documento obrigatório para rodar com o veículo. O Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, que permite checar, por exemplo, se um carro é roubado, também não foi atualizado. No aplicativo do governo federal, sequer é possível inserir os dados da nova placa, porque o sistema não permite incluir a letra a mais.

Fonte: UOl Carros

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Nathália Emerick