Por que seguro de moto é tão caro?

Considerada uma alternativa de transporte mais barata, rápida e econômica em relação aos carros, as motocicletas estão ganhando as ruas do país. Nas grandes cidades muitas pessoas preferem motos para usar no dia-a-dia, mantendo o carro apenas como transporte de lazer aos finais de semana. Mas como proteger um meio de transporte tão vulnerável?

Geralmente os carros possuem seguro contra furtos, roubos e/ou acidentes. Para motos, a história é bem diferente. Das cerca de 120 mil motos vendidas por mês, apenas cinco mil têm proteção. Entre os motivos para preços tão assustadores estão os altos índices de acidentes e de roubos de motos de baixa cilindrada.

Fazer uma apólice de seguro pode custar até 35% do valor de uma moto 0 km. Segundo a Associação dos Motociclistas do Rio (Amo-RJ)  a maior parte das seguradoras não aceitam modelos de baixa cilindrada e, quando aceitam, o preço é absurdo. Como alguns modelos de motos são mais populares, possuem baixas cilindradas e correm mais risco de roubo e furto, o mercado das seguradoras considera esses modelos “indesejáveis”.

Mas como proteger a sua moto com um custo x benefício que vale a pena?

Uma excelente alternativa que está conquistando espaço no mercado são os rastreadores. Eles são uma opção mais barata aos seguros tradicionais e possuem diversas vantagens, como a localização e recuperação da moto, através de um rastreador de baixíssimo consumo desenvolvido especificamente para atender as necessidades de monitoramento deste tipo de veículo, sem deixar sinais aparentes na motocicleta.

Além da recuperação em caso de roubos e furtos, o que evita o pagamento da franquia para receber o valor do seguro, os rastreadores permitem acompanhar o histórico de movimentação da sua moto, além de eventos de entrada e saída ou aproximação de regiões indesejadas ou rotas pré-configuradas, através da internet.

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Nathália Emerick